terça-feira, 3 de novembro de 2009

Balanço Geral do Curso de 100h


O curso focalizou a utilização pedagógica das TIC em situações de ensino e aprendizagem na sala de aula e/ou na escola. No seu desenvolvimento, foram oferecidas atividades com subsídios teóricos, metodológicos e práticos para que nós, cursistas, pudéssemos compreender o potencial pedagógico das tecnologias de informação e comunicação. A partir daí, planejarmos novas estratégias de aprendizagem integrando esses recursos tecnológicos em nossa prática para promover situações de ensino que focalizem a aprendizagem dos nossos alunos. No decorrer do curso encontramos certas dificuldades tais como: acesso difícil ao ambiente colaborativo de aprendizagem e-Proinfo , falta de sensibilização dos professores e gestores para o uso político-pedagógico das tecnologias na educação, falta de tempo para maior dedicação ao curso, mas todas podem ser superadas pela vontade de querermos aprender mais. Cada curso realizado, sinto-me mais motivada a enfrentar essas dificuldades em busca da melhoria da minha prática e também, dos meus colegas professores. Infelizmente, muitos cursistas não chegam ao final do curso por vários problemas já mencionados e outros, porém todos precisam ser vencidos para se chegar ao final satisfeitos por termos adquirido conhecimentos. O curso proporciona experiência em trabalhar a distância, por isso nós podemos organizar o nosso tempo para a realização das atividades. Aprendemos com este curso e outros a distância a criar uma rotina de trabalho. E nos encontros presenciais trocamos experiências com os colegas cursistas em busca de melhorar a nossa prática pedagógica, pois o crescimento do ser humano depende muito do que absorvemos em conhecimento, e esse curso de 100h nos abre um leque de possibilidades de aprendizado. Por tudo isso, os cursos de capacitação precisam sempre acontecer para que se possa discutir o uso das tecnologias de informação e da comunicação no espaço escolar. Desta forma, gostaria de sugerir que realizássemos outro que abrangesse a mídia (áudio) rádio.

terça-feira, 13 de outubro de 2009


Olimpíada, no próximo ano, terá sua segunda edição e manterá uma regra básica: dela só poderão participar alunos de escolas públicas, da segunda etapa do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Outra regra mantida é que, para participar do concurso, os professores interessados precisam trabalhar uma sequência didática com toda sua turma, desenvolvendo a capacidade de seus alunos escreverem um dos gêneros textuais propostos.

Mas, mesmo conservando essas regras básicas, a Olimpíada estará cheia de novidades: uma delas é que poderão participar alunos de 6º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio que não estavam incluídos na primeira edição, em 2008.

Tradicionalmente, a Olimpíada - desde que era o Prêmio Escrevendo o Futuro - propunha três gêneros textuais para a escrita de alunos: poesia, memória e artigo de opinião. Agora, com duas novas séries participando, foi incluído mais um gênero, a crônica literária.

Para o próximo ano, a distribuição dos gêneros pelos anos escolares que poderão concorrer à Olimpíada em 2010 fica assim:

Poesia: 5º e 6º anos do Ensino Fundamental

Memórias: 7º e 8º anos do Ensino Fundamental

Crônica: 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio

Artigo de opinião: 2º e 3º anos do Ensino Médio

O convite para participação da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em 2010 é estendido a todas as escolas públicas brasileiras.

Você, professor que trabalha com ensino de língua, é o principal convidado!

Fique atento para a abertura de inscrições!

http://escrevendo. cenpec.org. br/ecf/index. php?option= com_content&task=view&id=10543&utm_source=Boletim&utm_medium=Boletim&utm_campaign= Boletim

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

MITO DA TELINHA


O texto o "Mito da Telinha" de Graziela Giusti Pachane fala de maneira bem clara para nós, educadores, sobre o papel das tecnologias na Educação, sobretudo o uso do computador como uma ferramenta de aprendizagem, como um meio e não um fim na construção do conhecimento, como um aliado para melhorar a nossa prática, como um facilitador no aprendizado dos nossos alunos de maneira lúdica e dinâmica. O texto, ainda, fala da necessidade de elaborar um planejamento para que a utilização da tecnologia seja significativa em prol do aprendizado do alunado. Porque sabemos muito bem que ela por si só não produzirá as mudanças que tanto desejamos. As mudanças vêm quando soubermos torná-la ferramenta de aprendizagem em nossa prática e quando tivermos pleno conhecimento de seus riscos e benefícios. Assim, dependendo da forma de como for utilizada, principalmente, o computador, poderá contribuir positivamente ou negativamente para o processo de ensino e aprendizagem. É importante refletir com Hasse, citado no texto de Graziela Giusti Pachane: "Vale lembrar que nenhuma proposta de uso de tecnologia até o momento, por si só, produziu melhoria da qualidade de ensino". (Texto colocado no fórum do Curso de 100h do Prof Claudio Seixas)

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O Buraco Negro

O vídeo retrata a ganância do ser humano, o tirar proveito de situações. Reflitamos!!!

sábado, 19 de setembro de 2009

BLOCO DO PASSO


A entrevista com Lucas Ciavatta mostra o seu trabalho com o grupo “Bloco do Passo” e a sua proposta musical em Saltos no Tempo. A proposta é inovadora porque o método usado pelo professor Ciavatta trabalha à relação corpo e música, tempo e espaço que são importantes estratégias para construção do conhecimento. Isso pode ser observado no vídeo, onde vemos a participação, a cooperação de cada integrante com os demais e juntos desenvolverem um trabalho de equipe em que o equilíbrio e a percepção de cada um, possibilitam passar para nós, espectadores, segurança do aprendizado e com isso, o sucesso do trabalho.O uso da tecnologia foi outra estratégia usada pelo professor para se chegar a sincronia perfeita dos movimentos dos componentes, pois contribuiu para que as pessoas, primeiramente, visualizassem no PowerPoint como seria o trabalho que, logo, foi passado para o palco, propriamente dito, onde havia uma marcação como uma rede desenhada em seu piso. Essa proposta de trabalho pode ser usada na criação de um blog de determinada turma onde cada aluno registrará suas vivências em sala de aula e em todo o espaço escolar. É uma atividade de escrita coletiva, pois cada um poderá participar e contribuir com a sua ideia para se chegar ao produto final: o blog da sua turma. Ao longo da construção, os educandos terão oportunidade de visualizarem o passo a passo da sua criação. E no final, apresentar para outras turmas o que realizaram para que esses alunos e professores possam participar na execução desse blog ou de outros. O uso da tecnologia nessa atividade é fundamental para aproximar professores e alunos e dá oportunidade para os mesmos de conhecerem novas ferramentas e novas formas de incorporar as tecnologias dentro do contexto educacional. (Trabalho postado no Diário de Bordo no Curso de 100h da turma do Prof Claudio Seixas)

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

SETE DE SETEMBRO


No dia 7 de setembro de 1822, D. Pedro I deu o grito de independência do nosso país, às margens do riacho Ipiranga em São Paulo. “Independência ou Morte” foi a frase dita pelo Príncipe Regente que marcou a separação do Brasil do domínio político de Portugal. É uma data muito importante para todo o povo brasileiro, pois o nosso país deixou de ser colônia de Portugal e tornou-se uma nação. Uma nação livre, como bem diz uma das estrofes do Hino da Independência “Já podeis, da Pátria filhos,/Ver contente a mãe gentil;/Já raiou a liberdade/No horizonte do Brasil.”

Por isso, é muito importante relembrar este fato histórico para cultivarmos nossa nacionalidade, consciência cívica e para cumprirmos nossos deveres como cidadãos. Também, é importante repensar nos problemas que aqui existem e lutar para solucioná-los para que o País possa ser transformado em um lugar mais digno e honesto para gerações futuras. (Texto publicado no Portal Conexão Professor)

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

De Volta à Escola


Depois de tanto tempo em casa, enfim de volta à escola. É hora de reencontrar os amigos e de conhecer outros, de matar a saudade dos professores, de ver mudanças no espaço escolar. É hora de retomar os estudos e sanar as dúvidas de determinados assuntos, de determinada área do conhecimento. É hora de aprender coisas novas e encher a cabeça de boas ideias. É hora de transformar o que está errado para se chegar ao objetivo desejado. É hora, também, de esclarecer que o adiamento das aulas foi uma medida sensata das nossas autoridades que visou controlar a disseminação do vírus da gripe A para garantir a saúde dos alunos. A escola tem o papel de conscientizar o aluno do perigo da transmissão da gripe para que ele saiba tomar as devidas precauções como evitar aglomerações de pessoas, evitar ficar próximo de doentes, higienizar frequentemente as mãos. A prática desses hábitos minimiza a propagação do vírus no ambiente escolar, em sua casa e em sua comunidade.Como a conscientização é a melhor forma de se prevenir contra qualquer tipo de doença, é muito importante, neste momento, a escola promover atividades relacionadas à prevenção da gripe, tais como: palestras com médicos ou enfermeiros para os alunos terem oportunidade de saber mais sobre a doença, fixação de cartazes explicativos pelos murais da escola para proporcionar mais informações e esclarecimentos de dúvidas, utilização da cartilha que a Secretária de Educação, Tereza Porto, distribuiu para diretores e professores, que recomenda manter as salas com janelas abertas independentemente de haver alunos com gripe, e a utilização de copos plásticos descartáveis para beber água em bebedores. No link http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/gripe-suina-epidemia-466672.shtml encontra-se um planejamento de aula que tem como título “Gripe suína: uma epidemia”. Bom, chegou o momento de recomeçar. “Não importa onde você parou... Em que momento da vida você cansou... O que importa é que sempre é possível e necessário recomeçar...” (Carlos Drummond de Andrade).(Artigo publicado no Conexão Professor, na seção "Com a Palavra o Professor")

sexta-feira, 31 de julho de 2009

POEMA PARA TEMPOS DE CRISE (Por Drummond)

A crise não perdoa. Afeta tudo. Vai muito além das questões dos bolsos e dos cortes necessários no orçamento. Você vai ouvindo o noticiário e os seus sonhos vão diminuindo ou sendo adiados. Sua coragem vai desaparecendo, seu astral vai para o beleléu. É claro que a poesia não poderia ficar indiferente a esse ambiente. Por isso, pensei em um poema que se adaptasse aos novos tempos, tanto em forma como em conteúdo. Um poema que utilizasse poucas palavras para dizer muito, feito um salário que precisa chegar ao final do mês. Mas nada me ocorria. Estava meio travado, sabe. Precisava de algum estalo, algo que despertasse em mim uma inspiração para converter em poesia nossa dura realidade. Então, estava eu na rua, caminhando, como faço todos os dias, entretido com minha voz interior, quando meu pé colidiu com algo de forma violenta. Pessoas se assustaram com o barulho produzido pelo impacto. Como reação, fechei os olhos e comecei a pular num pé só, tentando conter o grito de dor. Em seguida, inúmeros impropérios apareceram em minha cabeça para dizer a seja lá quem que havia se intrometido diante de meu passo. Aos poucos fui me acalmando, fui me restabelecendo e de repente surgiu por completo, em minha cabeça, o poema que veio do pé.
No meio do caminho
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
(Depoimento do poeta Carlos Drummond de Andrade)

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Viagem à Lua


No dia 20 de julho de 1969, o mundo assistiu pela televisão uma cena impressionante, emocionante, surpreendente, inacreditável: a chegada do homem à Lua. Do módulo lunar da Apollo 11, desceu o americano Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar no solo lunar. Quando o astronauta colocou o seu pé esquerdo no chão fino e poroso, disse a célebre frase para o mundo inteiro ouvir "Este é um pequeno passo para o homem, um gigantesco salto para a humanidade". Realmente, o acontecimento não só marcou a história da conquista espacial como resultou em grandes avanços científicos e tecnológicos para a humanidade.
No campo científico, o co­nhe­ci­men­to ge­o­ló­gi­co e fí­si­co da Lua foi aprimorado através das observações da superfície e das amostras de rochas e poeira lunares. No campo tecnológico, por causa do programa espacial, houve um crescente desenvolvimento na tecnologia de equipamentos e materiais que hoje, fazem parte do nosso cotidiano.
De lá para cá, 40 anos se passaram e em comemoração a UNESCO lança concurso para alunos do Ensino Médio que para concorrerem, precisam apresentar trabalhos escritos e/ou desenhos, até o dia 24 de agosto de 2009, sobre o tema “Nossa presença no cosmos” conforme as informações do link
http://www.brasilia.unesco.org/diadaciencia
Já o link
http://www.aeroespacial.org.br/educacao/livros.ph ,encontramos informações de Livros, Revistas e Apostilas para aprimorar nosso conhecimento e dos nossos alunos sobre o espaço e as atividades espaciais.
Outras ricas fontes de informações sobre o assunto podem ser encontradas nos livros “O tombo da lua”, de Mário de Carvalho e “O homem que engoliu a lua”, de Mário de Carvalho e Pierre Pratt. Em filmes como "2001 - Uma Odisseia no Espaço" ("2001: A Space Odissey". EUA, 1968), "Capricorn One" ("Capricorn One". EUA, 1978), "Apollo 13 - Do Desastre ao Triunfo" ("Apollo 13". EUA, 1995) entre outros.(Artigo publicado no Conexão Aluno)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

As Mídias no Contexto Escolar


É imprescidível a incorporação de diferentes mídias ao trabalho na sala de aula. Isto faz com que os educadores e estudantes considerem as TIC como ferramentas que podem ser utilizadas em todos os aspectos de seus estudos, garantindo o seu uso pedagógico na integração de atividades.
A sala de aula torna-se um espaço de aprender a aprender e a linguagem midiática serve como um meio inovador e acessível aos educandos e professores.
Nesse universo democrático, o professor se torna facilitador do processo ensino aprendizagem, pois no novo conceito de educação todos os participantes são vistos como sujeitos. Há respeito pelas diferenças individuais e ao mesmo tempo, maiores oportunidades de aprendizado social.
O uso das tecnologias de informação e comunicação traz mudança na prática do professor e suas aulas tornam-se mais motivadoras, mais dinâmicas e propiciam maior interação entre quem aprende, quem ensina e o objeto do conhecimento. (Trabalho apresentado no Curso de 100h, na turma do Prof Claudio Seixas, com o título:Ensinando e aprendendo com tecnologias e mídias digitais/Papel do professor)

Sites Preferidos


Os sites aqui postados, são do meu interesse porque apresentam fácil navegação e suas seções mostram tudo sobre educação. Dão dicas de estudo, levam-me a bibliotecas, a escritores e suas obras literárias. Tiram dúvidas sobre língua portuguesa, trazem grupos de discussão e mural de consultas sobre determinado tema. Apresentam, ainda, pesquisas escolares, tira-dúvidas, exercícios interativos, catálogos de sites. Também, mostra os interesses dos alunos como é o caso do “Conexão Aluno” que é um portal que visa desenvolver a competência comunicativa dos jovens aprendizes.

domingo, 12 de julho de 2009

Um pensar sobre poesia

Trecho de "O Guardador de Rebanhos" de Fernando Pessoa(Alberto Caeiro)
Eu nunca guardei rebanhos,
Mas é como se os guardasse.
Minha alma é como um pastor,
Conhece o vento e o sol
E anda pela mão das Estações
A seguir e a olhar.
Toda a paz da Natureza sem gente
Vem sentar-se a meu lado.
Mas eu fico triste como um pôr do Sol
Para a nossa imaginação,
Quando esfria no fundo da planície
É se sente a noite entrada
Como uma borboleta pela janela.
Mas a minha tristeza é sossego
Porque é natural e justa
E é o que deve estar na alma
Quando já pensa que existe
E as mãos colhem flores sem ela dar por isso.
Como um ruído de chocalhos
Para além da curva da estrada,
Os meus pensamentos são contentes.
Só tenho pena de saber que eles são contentes,
Porque, se o não soubesse,
Em vez de serem contentes e tristes,
Seriam alegres e contentes.
Pensar incomoda como andar à chuva
Quando o vento cresce e parece que chove mais.
Não tenho ambições nem desejos
Ser poeta não é uma ambição minha
É a minha maneira de estar sozinho.
É um poema que nos faz lembrar das tristezas que fazem bem porque nos faz pensar em nós, nos outros, na dor e na alegria do existir…

LER OU NÃO LER, EIS A QUESTÃO


Como professora de Língua Portuguesa e Literatura acredito que nós, educadores, precisamos desenvolver ações que enfoquem a leitura na escola. Por isso, coloquei este artigo que escrevi para o portal Conexão Professor que fala o seguinte: "A leitura é uma atividade de grande importância para a vida das pessoas, pois o ato de ler representa a ferramenta indispensável para o exercício da cidadania, por isso o seu hábito precisa ser adquirido desde cedo. Ensinar a ler é um compromisso da escola, é uma tarefa que não é exclusividade do educador de Língua Portuguesa e sim, de todos os professores de outras áreas de ensino e segmentos.
As atividades de leitura e escrita devem ser práticas construídas com o envolvimento de todos nos diversos ambientes da escola, a fim de levar o aluno a ler, interpretar, redigir um texto e conseguir expressar sua opinião de forma ordenada e coerente.
O espaço escolar, a começar na sala de aula, deve ser um lugar atraente ao prazer e ao gosto pela leitura para que os alunos tornem-se sujeitos mais ativos para desenvolverem suas habilidades de leitura e escrita e assim, efetivar o seu processo de aprendizagem, pois para entender o mundo é necessário compreendê-lo, interpretá-lo e explicá-lo.
Ler e escrever são competências imprescindíveis em todas as áreas do conhecimento seja pela interpretação e (re)-escrita de qualquer texto ou documento. A integração das disciplinas caminhará para efetivação de um trabalho coletivo na escola cujo foco central é a leitura. O trabalho com projetos interdisciplinares terá um objetivo comum que é o desenvolvimento de leitores competentes tendo como um ponto de partida, também comum, a atividade de leitura.
Atividade com gêneros textuais é uma excelente oportunidade de se lidar com a língua em seus mais diversos usos no dia a dia. Um poema, uma reportagem, uma música, um artigo de opinião e outros textos bem trabalhados farão com que o aluno saiba expor seu ponto de vista, interrogar, se expressar, enfim desenvolver seu senso crítico diante da realidade que o cerca.
A prática da leitura deve ser diária e deve buscar atender as necessidades reais dos educandos e da realidade do momento em que vivem para que ela seja uma prática que possibilite formar leitores críticos e competentes."
Desta forma, se os nossos jovens alunos souberem ler e interpretar informações teóricas em sala de aula baseando-se no livro didático, com certeza saberão ler e interpretar outras formas de leitura presentes nas mídias falada e escrita. Estas podem ser complementos ao aprendido em sala de aula.