terça-feira, 13 de outubro de 2009


Olimpíada, no próximo ano, terá sua segunda edição e manterá uma regra básica: dela só poderão participar alunos de escolas públicas, da segunda etapa do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Outra regra mantida é que, para participar do concurso, os professores interessados precisam trabalhar uma sequência didática com toda sua turma, desenvolvendo a capacidade de seus alunos escreverem um dos gêneros textuais propostos.

Mas, mesmo conservando essas regras básicas, a Olimpíada estará cheia de novidades: uma delas é que poderão participar alunos de 6º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio que não estavam incluídos na primeira edição, em 2008.

Tradicionalmente, a Olimpíada - desde que era o Prêmio Escrevendo o Futuro - propunha três gêneros textuais para a escrita de alunos: poesia, memória e artigo de opinião. Agora, com duas novas séries participando, foi incluído mais um gênero, a crônica literária.

Para o próximo ano, a distribuição dos gêneros pelos anos escolares que poderão concorrer à Olimpíada em 2010 fica assim:

Poesia: 5º e 6º anos do Ensino Fundamental

Memórias: 7º e 8º anos do Ensino Fundamental

Crônica: 9º ano do Ensino Fundamental e 1º ano do Ensino Médio

Artigo de opinião: 2º e 3º anos do Ensino Médio

O convite para participação da Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro em 2010 é estendido a todas as escolas públicas brasileiras.

Você, professor que trabalha com ensino de língua, é o principal convidado!

Fique atento para a abertura de inscrições!

http://escrevendo. cenpec.org. br/ecf/index. php?option= com_content&task=view&id=10543&utm_source=Boletim&utm_medium=Boletim&utm_campaign= Boletim

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

MITO DA TELINHA


O texto o "Mito da Telinha" de Graziela Giusti Pachane fala de maneira bem clara para nós, educadores, sobre o papel das tecnologias na Educação, sobretudo o uso do computador como uma ferramenta de aprendizagem, como um meio e não um fim na construção do conhecimento, como um aliado para melhorar a nossa prática, como um facilitador no aprendizado dos nossos alunos de maneira lúdica e dinâmica. O texto, ainda, fala da necessidade de elaborar um planejamento para que a utilização da tecnologia seja significativa em prol do aprendizado do alunado. Porque sabemos muito bem que ela por si só não produzirá as mudanças que tanto desejamos. As mudanças vêm quando soubermos torná-la ferramenta de aprendizagem em nossa prática e quando tivermos pleno conhecimento de seus riscos e benefícios. Assim, dependendo da forma de como for utilizada, principalmente, o computador, poderá contribuir positivamente ou negativamente para o processo de ensino e aprendizagem. É importante refletir com Hasse, citado no texto de Graziela Giusti Pachane: "Vale lembrar que nenhuma proposta de uso de tecnologia até o momento, por si só, produziu melhoria da qualidade de ensino". (Texto colocado no fórum do Curso de 100h do Prof Claudio Seixas)